A Dinamarca decidiu passar a usar exclusivamente formatos abertos (como o ODF) em vez de formatos de documentos proprietários como os do Microsoft Office.
Numa altura em que as actualizações e inovações se vão sucedendo de forma cada vez mais rápida, esta decisão torna-se ainda mais importante. É preciso não esquecer: quantos formatos outrora considerados como dominantes estão agora obsoletos?
Formatos abertos são por isso uma prioridade, e espero bem que esta medida da Dinamarca se possa espalhar pelos restantes países europeus.
{via Aberto até de Madrugada}

Cover of Harper’s in the June 2009 issue
Summary: Not just Microsoft Web sites but the PR sites and the investment site of Bill Gates also rely on Akamai, which runs GNU/Linux
A FEW people and Web sites have already pointed out that Gates’ latest PR stunts are GNU/Linux based. Facebook, Twitter, and even his personal site are either powered by GNU/Linux or served from GNU/Linux servers (through Akamai). From TechCrunch:
A Fundação Symbian resolveu disponibilizar, de forma livre, grande parte do software que equipa a maioria dos smartphones no mundo.
A fundação foi criada em 2008 depois da gigante Nokia Corp., a maior marca a produzir telefones com Symbian, ter comprado o consórcio que produz este software. Então a Nokia decidiu doar o software para que este se tornasse mais popular e mais utilizado por outros fabricantes. Certamente este acto foi visto como pouco usual no mundo da tecnologia.

“Shouldn’t we leave the [Microsoft] elephant alone and stop poking it with sticks? Well, the problem is they aren’t going to leave us alone.”
–Jeremy Allison, LCA 2010
Summary: Further analysis of the revelation that Microsoft does not permit any competition to even exist
No final de Janeiro a Google divulgou imagens, e um vídeo, de uma versão conceptual do sistema operativo Chrome para tablets. O anúncio que passou despercebido na altura tem animado a imprensa internacional, que após o lançamento do iPad da Apple tem mostrado especial apetência por tudo o que esteja relacionado com tablets.
A "histeria" colectiva tem levado à extrapolação, por parte de alguns blogues especializados e meios de comunicação internacionais, de que a Google estaria a preparar o lançamento do seu próprio tablet, o que, para já, não encontra qualquer confirmação por parte da empresa, que apenas afirma estar a experimentar várias plataformas para o Chrome.
Summary: Conficker hits Manchester’s law enforcement and paralyses it for days; Microsoft’s shoddy programming also leads to attacks on the CIA and PayPal, via the Pushdo botnet
“THE Windows worm Conficker keeps going,” alerted us a reader. “The assistant police chief might as well investigate how Windows got onto his network. This is a lot of taxpayer money getting wasted cleaning up after Bill.”
A Microsoft está a investigar problemas recentemente reportados por alguns utilizadores de portáteis com Windows 7 instalado, que a dada altura emitem avisos de sugestão de substituição ou carregamento da bateria.
"Estamos a investigar, juntamente com os nossos parceiros de hardware, uma situação que parece estar relacionada com o firmware", referiu um responsável da Microsoft, citado pela C|Net.
O aviso em questão usa o sistema básico de input e output do computador (BIOS) para tentar determinar se a bateria necessita ou não de ser substituída.
Por alguma razão, os sinais estão a ser trocados, daí alguns utilizadores receberem a mensagem por engano.
Mesmo que seja um erro de resposta do sistema, os utilizadores não devem ignorá-lo. Devem, segundo sugestão da Microsoft, contactar a fabricante do PC para apurar se a mensagem é valida ou não.
A Google avisou que a partir de 1 de Março alguns dos seus serviços online podem encontrar dificuldades quando são acedidos com as versões mais antigas de alguns browsers, entre os quais se conta a versão 6 do Internet Explorer.
Num post colocado no blog da empresa, Rajen Sheth, Google Apps Senior Product Manager, diz que para usar o Google Docs e o Google Sites os utilizadores devem fazer o upgrade das versões mais antigas, aconselhando como mínimos o Microsoft Internet Explorer 7.0, Mozilla Firefox 3.0, Google Chrome 4.0 ou Safari 3.0.
Este responsável argumenta que muitas empresas já deixaram de suportar browsers mais antigos, como o IE 6, e que a Google também "vai começar a descontinuar o seu suporte, começando pelo Google Docs e o Google Sites".