<!-- ARTIGO 2010/06/24 09-00-16 -->
Richard Stallman é o principal rosto do purismo que existe no software livre. Mas embora para ele uma sociedade ideal fosse aquela que não dependesse de software proprietário, sabe que a tarefa de substituir tal software por alternativas livres está longe de se concretizar. Mas o Guru não desiste e além de manter sobre fogo cerrado a Microsoft, aponta agora armas à Apple.
Os Android continuam imparáveis na sua ascensão no mercado norte americano (e que se deverá reflectir de forma semelhante no resto do mundo), e começam já a fazer afectar a percentagem de mercado pertencente ao iPhone.
Isto era algo previsível (e que eu já vinha a dizer há muito) mas... é sempre bom ver isso confirmado pelos "números."
Como não poderia deixar de ser, o assunto do momento também não poderia cá faltar...
É que nem um para amostra!
E este amor vai tão longe que poucos foram aqueles que mostraram algumas das novidades apresentadas, tal como esta:
Summary: As Google ditches Microsoft Windows and “Quit Facebook Day” is passed, a suggestion is made that a “Quit Microsoft Day” and/or “Quit Apple Day” should be organised to advocate software freedom
AS MANY people have heard by now (several informed us via IRC), Google is ditching Windows. It’s long overdue.
Especialistas em segurança descobriram que o Ubuntu “Lucid Lynx” 10.04 é capaz de enxergar e alterar informações pessoais de aparelhos iPhone, apesar da proteção dos códigos PIN. Os testes envolveram o modelo 3GS atualizado e outros com diversas versões do sistema operacional da Apple.
Segundo o site ZDNet, os geeks Bernd Marienfeldt e Jim Herbeck descobriram uma vulnerabilidade no iPhone que permite aos usuários da distribuição Lucid Lynx 10.04 do Ubuntu acesso de leitura e escrita de dados que teoricamente deveriam estar protegidos, sem qualquer pedido do código PIN.
Aplicação da GPL na Apple Store
A Free Software Foundation comunicou a Apple sobre a aplicação GNU Go estar disponível na loja virtual mas não cumprir com uma das cláusulas da GPLv2, que diz "Você não pode impor qualquer outra restrição ao receptor quanto ao exercício dos direitos aqui garantidos".
A Apple simplesmente removeu a aplicação da loja, ao invés de cumprir com a cláusula, conforme critica a FSF.
Mais: http://www.fsf.org/news/blogs/[...]-the-app-store-gpl-enforcement
Fonte: http://www.fsf.org/news/2010-05-app-store-compliance/