A Vodafone acaba de lançar o seu primeiro Android de marca própria, o Vodafone 845, que a empresa afirma ter "o preço mais apelativo do mercado português". O telefone custa 134,90 euros, menos 10 euros na loja online.
O telefone combina as características próprias do sistema operativo escolhido, na sua versão 2.1, onde se inclui o acesso a uma loja virtual com mais de 65 mil aplicações, com os serviços Vodafone 360.
No que respeita ao hardware, pode contar com ligação 3,5G, ecrã táctil de 2,8 polegadas, módulo GPS, uma câmara de 3,2 megapixéis e conectividade Wi-Fi e Bluetooth.
A novidade chega pouco tempo depois das concorrentes apresentarem os seus primeiros modelos "em nome próprio" apostando no sistema operativo promovido pela Google, mas consegue batê-las no preço.
Para os mais esquecidos, recordo que é já amanhã que se realiza no Hacklaviva o primeiro ETF (Encontros de Terça-Feira), desta feita dedicado ao tema de Android.
Se és proprietário de um destes equipamentos, desenvolves para a plataforma mobile Android, ou simplesmente tens curiosidade em saber do que se trata e conversar com mais pessoas que têm um forte interesse pelo tema, aparece.
Local: HackLaViva
Data: 6 de Julho, das 18:30 às 20:30
A Optimus decidiu abraçar a estratégia de colocar no mercado telemóveis de marca própria, um movimento que a Vodafone já tinha assumido há muito tempo com o “peso” do grupo pan-europeu mas a que também a TMN aderiu no ano passado com o Bluebelt, que já teve sequelas. O Boston marca a estreia da operadora do Grupo Sonaecom e o Android é o sistema operativo escolhido.
Embora tenha sido uma das operadoras portuguesas que mais tarde aderiu à tendência Android – com o HTC Hero em Outubro do ano passado a que se seguiu já este mês o HTC Desire - a Optimus mostra agora a sua aposta no sistema operativo móvel patrocinado pela Google, e adjudicou o fabrico do equipamento à Gigabyte, uma empresa detida pela Foxconn – que produz o iPhone da Apple.
Parece que finalmente está disponível a navegação no Google Maps nos Android em Portugal - sem recurso a batotas. :)
O conteúdo deste artigo aplica-se a outros modelos com Android e até mesmo a outros dispositivos com outros sistemas operativos.
Possuo um smartphone com Android há sensivelmente 1 semana e uma das características que me desiludiu no inicio foi a capacidade da bateria. Segundo os especialistas, a bateria que equipa o Android A1 de 1500 mAh é uma das melhores actualmente, apesar do equipamento possuir também um visor maior (ver aqui) comparando com outros equipamentos da mesma gama.
Durante os primeiros 4 dias, a bateria do meu Android teve em média a durabilidade de 1 único dia (ás vezes até menos).
Quais as situações que podem levar a um gasto excessivo da bateria?
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interessante... dos 500 supercomputadores, 478 correm Linux/Unix ou baseados em Linux.

E Portugal!!! Onde anda no meio disto tudo, com simplex, irs on-line's inacessíveis, etc... NADA, XETA, Portugal não consta com nenhum Supercomputador...
Mesmo assim, continuamos a ser os melhores entre os melhores... Bibo Soquetes... e à M$ Portugal, que levam este país prá des-tecnologia de topo...
The Spanish Police, Spanish Mint and Portugal's Agency for Administrative Modernisation have been heckled by developers of OpenSC, open source software for smart cards. The developers found that the public administrations use their software libraries, but have not made available this open source code, one of the terms of their licence.
The Portuguese Agency for Administrative Modernisation corrected the error last week, the open source developers report.
According to one of them, Martin Paljak, the Portuguese agency had overlooked the emails sent by OpenSC at first. "A few weeks ago we tried again, and then they replied and began fixing the mistake."
No próximo sábado dia 22 Maio terá lugar mais um encontro técnico do Portolinux, desta vez na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto com o seguinte programa: