“IP is often compared to physical property rights but knowledge is fundamentally different.”
–IP Watch on Professor Joseph Stiglitz
Summary: In a talk about intellectual monopolies, Joseph Stiglitz explains what those trade provisions really are about
THE following talk, just highlighted by our regular contributor Fewa, is described as follows: “Nobel Prize-winning economist Joseph Stiglitz speaks about his book, “Making Globalization Work.” This event took place on October 13, 2006, at Google’s Mountain View, CA, headquarters as part of the Authors@Google series.”
Summary: Microsoft’s 10-Q reveals some ugly legal secrets and hundreds of millions of dollars in pending liabilities
Comecei hoje a desgastante tarefa de ler as correções e emendas ao OpenXML que serão votadas na ISO nos próximos dois meses, e me com isso acabei me lembrando de uma pergunta crucial ainda sem resposta sobre o OpenXML: Quem enganou quem ?Há mais de dois meses foi divulgado o processo que a Microsoft perdeu sobre violação de patentes no OpenXML (o caso i4i). Há quase dois meses, foi publicado um excelente artigo no Groklaw sobre o tema, mas até agora eu não vi nenhuma explicação por parte dos envolvidos, então resolvi escrever este post para explicar com detalhes o que aconteceu, na esperança de que os envolvidos tenham um pingo de decência, caráter e dignidade para responder.
Summary: The European Commission insists on not talking about or revealing the influence of Microsoft’s panel provocateurs
EARLIER TODAY and also yesterday we wrote about Free software discrimination at the European Commission (whether this was voluntary or not is a separate issue). The Commission’s defence of Free software foes is rather stunning and we wrote about this in:
Summary: More new calls for the elimination of software patents in the USPTO
A lot of opposition to software patents made its way into the desks of USPTO clerks last week. Heise has some new coverage of this.
A FSF França anunciou que um processo contra uma empresa francesa que distribuía uma versão modificada do VNC, sem o código-fonte correspondente e com alteração das notas de copyright e autoria, foi julgado em segunda instância em um tribunal de apelações francês, mantendo a condenação da empresa.
Além do fato de os termos da GPL terem sido reconhecidos e mantidos por um tribunal francês, o caso tem mais uma novidade: o processo foi iniciado por um usuário, com base nos direitos que a licença lhe concedia e não estavam sendo respeitados pela empresa fornecedora, e não por um detentor do direito autoral sobre o código em questão, como é o usual.
Os comentários do LWN têm mais detalhes sobre a natureza da violação. O texto integral da decisão também está disponível, em PDF.