SÃO PAULO - A Petrobras iniciou o processo de instalação do software de código aberto BrOffice em 90 mil computadores.
A estimativa da BrOffice.org é que o processo permita uma redução de pelo menos 40% nos gastos com aquisição de licenças de software proprietário. Segundo a Petrobras, o principal motivo da mudança foi econômico. A empresa também adotará o ODF como padrão interno de documentos. Como navegador, a Petrobras passou a usar o Firefox recentemente.
Cada setor terá a chance de avaliar se o software atende as suas necessidades e decidir se fica ou não com o BrOffice.
O programa de código aberto já é utilizado por outras grandes empresas como Banco do Brasil, Metrô de São Paulo, Itaipu e Serpro.
{via Info.Abril.br.com}
Separei 3 trechinhos da longa notícia do IDG Now, mas a notícia completa no link de referência traz vários detalhes adicionais interessantes sobre os testes realizados.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou como prova da segurança das urnas eletrônicas o término dos testes realizados com hackers na semana passada, mas descartou a possibilidade de expandir a avaliação para o ambiente digital nos próximos ciclos eleitorais.
O teste permitiu que 38 especialistas em segurança digital tentassem aplicar estratégias para quebrar as barreiras de segurança da urna eletrônica e explorarem ataques que permitiriam a manipulação dos votos e a consequente fraude das eleições no Brasil.
(…) “O teste deve ser realizado dentro de ambiente controlado e com observação da comissão disciplinadora para que sirva de material para promover a melhoria. Não vamos simplesmente submeter a urna a testes sem que haja retornos produtivos”, explicou.